
Este estudo analisou os currículos e os manuais escolares de diferentes países europeus para perceber como a evolução é ensinada.
Patrícia Pessoa, investigadora no CIDTFF – Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores da Universidade de Aveiro (UA) e presidente da rede EvoKE, dedica o seu trabalho à promoção da literacia científica em evolução, e como esta pode contribuir para um futuro mais sustentável.
A análise curricular demonstrou que as escolas têm explorado conceitos básicos de evolução, mas que a forma como estes podem ser aplicados a problemas do nosso dia-a-dia é um tema que não tem sido abordado.
“Os resultados do meu doutoramento mostraram que depois de fazermos uma atividade sobre biodiversidade com alunos do terceiro ano, que eles não só aprenderam sobre evolução, como também conseguiram usar este conhecimento para justificar as suas escolhas. O porquê de quererem conservar a biodiversidade, e em específico a diversidade dentro de espécies”, conta.
Ao perceber o potencial desta abordagem, surgiu agora um novo projeto que vai envolver professores e alunos do terceiro ao nono ano de escolaridade.
Este projeto pretende explorar como a aprendizagem da evolução pode ajudar os alunos a pensar no futuro e em possíveis soluções para os problemas de sustentabilidade que enfrentamos hoje em dia.
Saiba mais sobre a investigadora em: Linkedin | Researchgate | UA
